sexta-feira, 16 de setembro de 2011

DESPORTO ESCOLAR [2011/2012] - FUTSAL (Escalão: Juvenis - Nascidos em 1995 e 1996)














     Encontram-se abertas as inscrições para os alunos do sexo masculino da Escola Básica e Secundária de Airães, nascidos nos anos de 1995 ou 1996
INSCREVE-TE!!!

     A prática do Futebol de Salão começou a dar os primeiros passos na década de 30 do século XX, nos campos de Basquetebol e em pequenos salões. As primeiras regras tiveram por base as regras do Futebol, Basquetebol, Andebol e Pólo Aquático, tendo sido aplicadas pelo professor Juan Carlos Ceriani, da A. C. M. de Montevideu, no Uruguai, para as aulas de Educação Física.
     No final do século XX, na década de 90, surge o Futsal, uma fusão do futebol de salão com o futebol de cinco, modalidade que é reconhecida pela Federação Internacional de Futebol. Presentemente, o Futsal está vinculado à FIFA. Embora as primeiras regras tenham surgido no Uruguai, é no Brasil que se deve o seu crescimento, difusão e regulamentação.


LEIS DE JOGO

Lei III – Número de Jogadores

Cada equipa é constituída por:
- 12 jogadores no máximo e 10 jogadores no mínimo;
- 1 professor;
- 1 árbitro.

     A equipa que se apresentar com 9 jogadores ou menos, poderá realizar o jogo, caso apresente pelo menos 5 jogadores de início. Contudo, os pontos correspondentes à vitória serão averbados à outra equipa, independentemente do resultado verificado no jogo. À equipa infractora ser-lhe-á averbada Falta Administrativa (1 ponto) e será atribuído ao jogo o resultado de 0-5. Caso a equipa infractora não realize o jogo, ser-lhe-á averbada Falta de Comparência e os correspondentes 0 pontos. Neste caso, o resultado final será de 5-0.
     Nenhum jogo poderá prosseguir se uma das equipas ficar reduzida a menos de 3 jogadores.


Lei V – Árbitro Principal

     O jogo é dirigido pelo árbitro, que deve aplicar as leis do jogo e tomar as medidas disciplinares mais apropriadas às infracções respectivas.
     Não há apelo das suas decisões.
     Desempenhará as funções de cronometrista caso este não exista na mesa.


Lei VI – Árbitro Auxiliar
     Tem as mesmas funções do árbitro principal.
     Deverá verificar as substituições.


Lei VII – Cronometrista

     Controla o tempo útil de jogo jogado.


Lei VIII – Duração do Jogo

     O tempo de jogo é controlado pela mesa, na modalidade de tempo corrido, sem paragens, excepto quando o jogo for interrompido por razões que o justifiquem (lesões, bola fora muito afastada do terreno do jogo, esclarecimentos à mesa).

Jornadas Simples -  4 tempos de 10 minutos (intervalos: 1 min., 10 min. e 1 min.)

Jornadas Concentradas - A duração dos jogos poderá ser ajustada às necessidades de organização dos quadros, mantendo-se a obrigatoriedade dos 4 períodos para os Iniciados. A entidade organizadora estabelecerá, antes do início da competição, a duração dos jogos.


Lei IX – Pontapé de Saída
     A escolha do campo e do pontapé de saída será tirada à sorte por moeda.
     A bola só será considerada em jogo quando pontapeada para a frente, após apito do árbitro.
     Poderá obter-se golo directamente de um pontapé de saída.


Lei X – Bola Fora e Bola em Jogo

A bola encontra-se fora de jogo quando:
- Transpuser completamente uma linha lateral ou de baliza, quer junto ao solo, quer por alto;
- O jogo for interrompido por um dos árbitros;
- A bola atingir o tecto ou qualquer objecto que esteja suspenso (neste caso será concedida, à equipa adversária, uma reposição de bola em jogo pela linha lateral, no ponto mais próximo abaixo do local do contacto).

     A bola está em jogo em qualquer outro momento, desde o começo ao fim da partida, inclusivé nos seguintes casos:
     Quando ressaltar para o terreno de jogo após ter embatido num poste ou na barra horizontal;
     Após ter tocado num dos árbitros, desde que se encontrem dentro do terreno de jogo.


Lei XI – Marcação de Golos
     É golo, quando a bola ultrapassar completamente a linha de baliza, entre os postes e por debaixo da barra, de forma regulamentar.


Lei XIII – Pontapés Livres

É concedido pontapé livre directo sempre que um jogador:
- Tentar ou pontapear um adversário;
- Tentar ou rasteirar um adversário;
- Saltar sobre um adversário;
- Carregar um adversário, mesmo com o ombro;
- Tentar ou agredir um adversário;
- Agarrar ou empurrar um adversário;
- Cuspir sobre um adversário;
- Deslizar no solo para tentar chegar à bola.

É concedido pontapé livre indirecto sempre que um guarda-redes:
- Toque a bola com as mãos, após um passe de um colega de equipa;
- Controle a bola com as mãos ou com os pés por um tempo superior a 4 segundos, no seu meio-campo.

É concedido pontapé livre indirecto sempre que um jogador:
- Joga de forma perigosa;
- Faz obstrução à progressão de um adversário;
- Impede o guarda-redes de repor a bola em jogo.

Lei XV – Pontapé de Grande Penalidade

     É assinalado, quando uma das faltas que dão direito à marcação de pontapé livre directo é cometida dentro da área de grande penalidade.
     O guarda-redes deve colocar-se sobre a linha de baliza, entre os postes da baliza, até ao momento em que a bola é pontapeada.


Lei XVI – Reposição da Bola em Jogo a partir da Linha Lateral

     É marcado pontapé pela linha lateral sempre que a bola ultrapassa completamente a linha lateral, quer seja pelo solo ou pelo ar.
     A bola deve estar imóvel em cima da linha.
     O jogador tem 4 segundos para efectuar o pontapé.
     Os jogadores da equipa adversária devem estar a 5 metros de distância.
     Não pode ser marcado golo directamente dum pontapé na linha lateral.

Lei XVII – Lançamento de Baliza

     Sempre que a bola ultrapassa completamente a linha de baliza, quer pelo solo ou pelo ar, tocada em último lugar por um jogador da equipa atacante, é reposta em jogo pelo guarda-redes, da seguinte forma:
- A bola só entra em jogo após ter saído da área de grande penalidade.
- A bola deve ser lançada de qualquer ponto da área de grande penalidade.
- Nunca se pode obter directamente golo.
- Não se pode jogar a bola pela segunda vez, até esta ser jogada por outro jogador.


Lei XVIII – Pontapé de Canto

     Sempre que a bola seja tocada em último lugar por um jogador da equipa que defende, ultrapassando completamente a linha de baliza, quer pelo solo ou pelo ar, é reposta em jogo, pela equipa atacante da seguinte forma:
- A bola é colocada dentro do arco de círculo do canto mais próximo.
- Os jogadores adversários devem estar pelo menos a 5 metros da bola, até que esta esteja em jogo.
- A bola entra em jogo logo que seja pontapeada por um jogador da equipa atacante.
- Pode obter-se golo directamente a partir de um pontapé de canto.


REGRA DOS 4 SEGUNDOS

Situações em que se aplica:
- O guarda-redes ter a bola controlada com as mãos ou com os pés, por tempo superior a 4 segundos.
- Na execução de pontapés-livres.
- Em reposições da bola pela linha lateral.
- Na marcação de pontapés de canto.

Situações em que não se aplica:
- Na execução de pontapés de saída.
- Na marcação de pontapés de grande penalidade.
- Em lançamentos de baliza.


CLASSIFICAÇÃO / PONTUAÇÃO

     A classificação das equipas nas várias fases do Quadro Competitivo Escolar é determinada pela soma dos pontos obtidos no total dos jogos efectuados, de acordo com o seguinte:
=» Vitória - 3 Pontos
=» Empate - 2 Pontos
=» Derrota ou Falta de Comparência Administrativa (equipa com menos de 10 jogadores -» 0-5) - 1 Ponto
=» Falta de Comparência (derrota por 0-5) - 0 Pontos


FORMAS DE DESEMPATE

     Em caso de igualdade pontual entre duas ou mais equipas deve-se ter em conta os seguintes critérios de desempate:
- A que tiver maior pontuação nos jogos disputados entre as equipas empatadas.
- A que tiver maior diferença entre golos marcados e sofridos nos jogos entre as equipas empatadas.
- A que tiver maior diferença entre golos marcados e sofridos no total dos jogos realizados entre todas as equipas.
- A que tiver menor número de infracções disciplinares (cartões) averbadas durante a realização da competição. (…)

PARTICIPAÇÃO NO JOGO (INFANTIS e INICIADOS)

     Durante o jogo cada jogador pode participar num máximo em 3 períodos, devendo descansar obrigatoriamente pelo menos um.
     Até ao final do 3º período de jogo, todos os jogadores são obrigados a jogar um período e descansar outro; (Exemplo:. No caso de jogar o 1º e 2º períodos não poderá jogar o 3º, podendo no entanto, voltar a jogar o 4º período).
     Durante a realização dos dois primeiros períodos não são permitidas substituições, salvo nos casos de expulsão ou lesão; (Nota: A impossibilidade de se fazer substituições é considerada durante o desenrolar do 1º ou 2º período de jogo e não entre cada um deles, o que significa que poderão ser feitas alterações do 1º para o 2º período).
     Durante o 3º e 4º períodos ou prolongamentos, são permitidas todas e quaisquer substituições que o professor entenda efectuar.

Clica na imagem